As perguntas que chegam antes da primeira conversa
Respostas curtas sobre a instituição, quem conduz e o lado prático. O que for sobre a sua empresa a gente responde na conversa.
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O que a Capital Upgrade é
É uma casa de formação executiva para donos de companhias consolidadas. Não fazemos consultoria: não entramos na empresa, não executamos projeto e não cobramos por implementação. Existe um clube dentro do ecossistema, o Obsessão em Negócios, mas ele é a etapa de quem já passou por uma formação presencial, não a porta de entrada.
Para companhias consolidadas: empresa que já existe há anos, já fatura com consistência e já tem estrutura e folha. Nosso público é frequentemente familiar e vem de setores tradicionais, como indústria, varejo, agronegócio, construção, saúde e logística. Os problemas que tratamos são sucessão, margem, dívida, cultura e dependência do dono. Não publicamos corte mínimo de faturamento: o encaixe é avaliado na primeira conversa.
Para startup em busca de investidor e para empresa ainda procurando seu mercado. Não tratamos de captação, product-market fit nem de crescimento de operação digital. Se for o seu caso, dizemos isso na primeira conversa em vez de indicar um programa que não vai servir.
Em três unidades: Alphaville, em Barueri/SP; Campinas/SP; e Fortaleza/CE. O Summit acontece em espaços de eventos das cidades por onde passa. A cidade e a data de cada turma são confirmadas na conversa inicial.
Quem está do outro lado da mesa
Sete mentores, cada um responsável por uma área do ecossistema, e nenhum deles vem da teoria. Lásaro do Carmo Jr. foi CEO da Jequiti e vice-presidente do Grupo Silvio Santos. Paulo Vitor Porto vem da auditoria e da reestruturação de empresas. Lilian Carmo foi executiva no board da Johnson & Johnson. Wilson Sá foi auditor sênior na EY. Raduán Melo, Miguel Dyna e Eduardo Bayma conduzem as áreas comercial, de processos e financeira. A página de mentores traz a trajetória de cada um.
Quatro princípios que valem para todos os programas presenciais. Presencial e em grupo pequeno, porque decisão de dono não se discute em plateia. Sobre a sua empresa, não sobre um caso genérico. Conduzido por quem já respondeu por resultado antes de ensinar sobre ele. E com continuidade: quem termina um programa entra num ecossistema, não numa lista de contatos.
Sim, e é esse o ponto do formato. O participante traz o demonstrativo, a estrutura de dívida, o organograma e a folha, e o caso de estudo passa a ser a empresa dele. A turma é montada com pessoas no mesmo porte de decisão, com tempo de mesa para cada uma.
Valores, inscrição e o que se leva
Os valores variam conforme o programa, a duração e o formato. Informamos o valor exato na conversa inicial, junto com a recomendação de qual programa faz sentido para o seu momento.
Começa por uma conversa, não por um checkout. Você conta em que momento sua empresa está e respondemos dizendo se este é o programa certo para você e, se não for, qual é. As turmas presenciais são pequenas, e a formação de cada turma leva em conta porte, setor e momento da empresa.
Planejamento estratégico montado, peças financeiras revisadas, plano de pagamento de dívidas quando o endividamento é o problema central, e um dossiê individual com diagnóstico e plano de ação. A regra da casa vale para todos os presenciais: nenhuma formação termina sem uma decisão tomada sobre a sua empresa.
Nas formações online, sim. Elas foram feitas para o time que executa: finanças, comercial, cultura e processos. Já as imersões e academias presenciais são para o dono, porque as decisões trabalhadas ali são as que só ele pode tomar.
Se a sua pergunta não está aqui, ela provavelmente é sobre a sua empresa. Essa a gente responde na conversa.
Comece por uma conversa
Nossas turmas são pequenas e selecionadas. O primeiro passo é entender o momento da sua empresa e dizer com honestidade se temos o programa certo para ele.